domingo, 7 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
a festa dos 22+6 Olhares, Lxª, amanhã na Barata - 19H30

Os olhares dos amigos: Jorge Castelo Branco, o nosso editor e o 1º Olhar externo a debruçar-se sobre ele e de si deu o melhor para a edição do livro que podem pegar e ler; António Rebordão Navarro, que nos deixou usar, graciosamente, excertos de um belíssimo texto seu que iniciam cada ciclo do livro; o de José António Barreiros que, navegando pelos 23 Olhares já inscritos, acrescentou o seu e, por fim o 26º olhar que amanhã poderão partilhar connosco na Livraria Barata, Av. Roma, Lisboa, às 19H30, o do amigo Jorge Castro que aceitou o convite de o apresentar.
E, a fazer a festa com todos nós, a voz da soprano Estefânia Estevens e do poeta e diseur Francisco Lampreia.
Vem juntar o teu olhar a estes 28 OLHARES e fazer a festa.
sábado, 29 de novembro de 2008
a festa do livro 22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS

quinta-feira, 27 de novembro de 2008
novidades sobre o lançamento de 22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS

domingo, 23 de novembro de 2008
Imagens da festa do livro colectivo - Porto
Não acrescento mais do que os comentários nas fotos porque
aqui publicarei os testemunhos das/dos participantes na festa de lançamento, encontros e partilhas.
Os seus "Olhares" sobre ela.

Mais irmanados ainda. Ponto de encontro: Livaria Barata (Av. Roma).
Tu, companheiro/a desta aventura estarás lá comigo e todos os outros. Tu, que nos lês ou aqui chegaste por acaso, aparece também, vem enriquecer-nos. Tu que amas a escrita vem fazer a festa com estes 22+3 (apresentador;editor;prefaciador) amantes da palavra.
Esperamos-te.
:)) à custa do "doze vezes cinco" estive a dar autógrafos! entre amizade e emoção. que rica prenda. e devo-a a si ;)
Ana Eugénio
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A festa foi óptima, amigo Eremita!
Eu que não conseguia sentir muito o livro como meu (esta é a verdade) vim de lá com um sentimento bem diferente ao sentir este livro entre os dedos e saborear o encontro com cerca de metade dos co-autores.
Um grande bem-haja ao grande mentor destes jogos, através dos quais se passou para o papel aquilo com que eu nunca tinha ousado sonhar.
Fa menor
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Foi linda, simples, calorosa, cheia de generosidade e pessoas irmanadas. Obrigada por te haveres lembrado deste jogo e o alimentares, mês a mês.
TMara
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Quero dizer 2 coisas: foi muito bonito e senti a tua ausência, e ao mesmo tempo que te senti muito presente. Foi um prazer ter ido ao Porto, foi uma grande alegria estarmos tantos a fazer a festa. Obrigada, Eugénio!!
Paula Raposo
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(como escreveu a Ana, foram cinco vezes doze. sessenta as palavras do jogo. do livro. (que neste momento já vai nas noventa e seis...)
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foi bonita a festa, pá!
- tás armado em Chico? de que festa falas?
da festa do Porto, carago.
- fico na mesma, meu amigo.
do livro, o 22 olhares, parva. livro lindo, minha menina. e não só.
- se vamos por aí, temos muito que conversar. parva não sou. e tu sabes isso. explica a festa, vá.
preparada com todo o esmero por gente do norte, valente, solidária. num palacete bonito...
- palacete?
não interrompas. ...Palacete Balsemão na praça Carlos Alberto (os azulejos da Igreja do Carmo, deslumbrantes) sala cheia, pessoal de pé. primeiro os encontros. os conhecidos, os que nunca se viram antes, uma partilha de afectos. os oradores depois, fluentes. assistência interessada...
- só isso, Simão ?
isso e muito mais. o calor humano (lá fora, o Porto soalheiro, também muito quente) e a presença de um cantor que encantava. houve poesia, Gatinha. nos gestos e nas palavras. um dueto interessante entre "actores" de grande qualidade.
- certo, certo. mas diz-me uma coisa: foi só ?
teimosa. o melhor foi o final. os autógrafos, dedicatórias, troca de livros. a atrapalhação de alguns (o zé, esse, nem sabia o que fazer. a tinta engasgava-se e não saía da caneta) a confusão saudável de todos quererem, ao mesmo tempo, um apontamento, um afecto escrito. foi bonita a festa, pá.
- não interrompi a teu pedido. mas explica-me: não saiste de casa o dia todo. nem o passeio matinal com o zé. como é que sabes isso tudo? por acaso sonhaste ?
se calhar sonhei. mas fica sabendo, Gatinha fútil, que o sonho também comanda a vida.
Zé-viajante
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Senti tua falta.
Porém, fez-se a festa das palavras!
Senti que cada um viveu este momento dentro de si muito intensamente.
GostaEli Rodrigues :)
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Por falar em parabéns, quero felicitá-lo pelo lançamento do livro onde se respirava companheirismo e alegria.
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Gostei de conhecer - em pessoa - as e "o" participante presentes.
A humanidade fluíu com a máxima naturalidade e de forma genuína.
Sem máscaras.
Bem-hajam
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Aqui fica, para quem necessitar, o mapa da localização da Livraria Barata., enviado pela Raquel:
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
CONVITE - venham fazer a festa do "22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS" CONNOSCO

- Estefânia Estevens - cantora
- Francisco José Lampreia - poeta (diseur)
- Carlos Andrade, viola, e voz
QUE DARÃO AINDA MAIS VIDA, COR E ALEGRIA A ESTE MOMENTO DE CONCRETIZAÇÃO DE UM PRJECTO COLECTIVO.
Traz outro amigo também.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
história da passagem da Casa Balsemão a Palácio da Trindade e, actualmente a...Palacete Viscondes de Balsemão
Passemos então pela casa do amigo Tinta Permanente a agradecer-lhe a gentileza.

terça-feira, 18 de novembro de 2008
o nosso livro nas ondas da rádio


A apresentação em Lisboa será: na Livraria Barata, 5 de Dezembro, pelas 19H30.
domingo, 16 de novembro de 2008
citação de abertura do nosso livro e...Convite

Anterior às palavras, são estas afinal que o habitam, o penetram, o dimensionam, o valorizam, lhe conferem sen-tido (…) é inerente à criação.
(…) Já o dizia Kafka: “Não é necessário saíres de tua casa. Continua sentado à tua mesa, ouve. Não ouças sequer, sê absolutamente solitário, absolutamente silencioso.”
NAVARRO, António Rebordão in a minha palavra favorita, “silêncio”, pp. 312-314, Edição Jorge Sá-Reis, centroatlantico.pt., 2007.

E no dia 5 de Dezembro será na Livraria Barata, na Av. De Roma (nº11A, à Praça de Londres), Lisboa.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
A palavra dos autores / a palavra da Vida de Vidro

Escrever sobre palavras obrigatórias
Assumo, desde já. Não gosto de escrever com palavras ou temas predefinidos. Aceitei este desafio porque sou mesmo assim: não resisto a desafios. Confesso, no entanto, a minha “desconfiança”, de cada vez que chegava (e continua a chegar) mais um lote de palavras.
Como se pega em 12 palavras soltas e se consegue fazer um texto com um mínimo de harmonia e ligação? Só posso falar de mim, porque, dos outros autores participantes, retenho a aparente facilidade da escrita que, por vezes, se multiplica em mais do que um texto. Para mim existe sempre a dificuldade de decidir entre escolher um tema ou deixar-me ir ao sabor das palavras. E acaba, quase sempre, por ser uma mistura das duas abordagens. Normalmente uma ou duas palavras sobrepõem-se às outras e dão o mote. Quem ler os textos do 7º Jogo (que não está no Livro mas aqui, no Eremitério ) verifica que a palavra “bailarino/a” foi marcante, para quase todos os participantes. Tal como tinha sido o “nefelibata” duns jogos atrás. E, ou seguimos o caminho que as palavras parecem indicar ou as contrariamos completamente, indo por caminhos inversos. Parece-me que ainda não consegui fazer esta segunda abordagem mas, agora que estou a escrever ao correr dos dedos no teclado, acho que é um desafio suplementar. E, provavelmente, ainda mais interessante.
Importa reconhecer que, para mim, tem sido muito estimulante este “exercício de escrita”. Penso que o tem sido para todos os outros autores. Deste entusiasmo e do trabalho suplementar de três de nós, vai nascer um livro. Algo palpável, com textura, cheiro. Algo nosso para dar aos outros. Este foi e continua a ser um desafio que valeu a pena aceitar.
Vida de vidro
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Badanas com excertos e contracapa com "Diálogo de Ideias"


- Alguns "jogadores" do Jogo das 12 Palavras, por razões várias, não entram no Livro colectivo "22 Olhares Sobre 12 Palavras".
Dado todos sermos igualmente importantes na dinâmica e enriquecimento mútuo foram incorporados excertos de textos seus, nomes/ nicknames e endereço do respectivo blogue. - Na contracapa figura uma montagem _ Diálogo de Ideias _ entre excertos do prefácio por José António Barreiros e da nota explicativa por Eremit@.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
o que o livro representa para dezassete de nós

1. Eremita – ousadia
2. Miruíi - É pousar na terra e sentir o odor do chão fecundo, provar o néctar dos deuses.
3. Eli Rodrigues – sonho/realização de um sonho
4. Jawaa - Um canteiro semeado de palavras em flor
5. Zé-viajante - O LIVRO É UM PROJECTO DE AMIGOS VIRTUAIS QUE VAI VALER A PENA. O SENTIMENTO É DE UM PAI QUE AGUARDA, NERVOSO, O SEU PRIMEIRO FILHO
6. Benó - Duma brincadeira e dum desafio lançado a mim própria, tenho orgulho em puder dizer que vou ter um livro editado juntamente com outros amigos que aceitaram, tal como eu, este repto
7. TMara – estimulante
8. Raquel - percurso
9. Maria Taveira Streibhardt - desafio
10. Mateso - almas de palavras
11. MJ - "Já tenho uma filha, já plantei uma árvore e agora escrevi, sou parte de um livro, posso morrer em paz!”
12. Paula Raposo - liberdade
13. Justine - um divertimento colectivo empolgante e libertador.
14. Fa menor - este livro é a materialização de um sonho que nunca tinha ousado entrar na minha esfera onírica, mas apenas pairado levemente ao redor.
15. Mac - Aventura das palavras
16. Ell - Sementeira a germinar
E porque o livro não diz só algo a quem nele figura com vários textos, mas também a quem tem participado nos Jogos e só por questões outras só figura nas badanas com um breve excerto aqui deixo a fala do nosso amigo:
17. Paradoxos - Um encontro de documentos poéticos no plural reunidos num livro de expressões singulares.
a fala da Paula Raposo

Nunca gostei de escrever com palavras que me dão, sujeita que fico a elas. Eu escrevo e só no fim coloco os títulos.
Mas resolvi visitar o Eremita e entrei no jogo e nos seguintes.
Daí a aperceber-me que os nossos 22 olhares iriam ser publicados ainda demorou um bocado, porque a compreensão às vezes anda devagar...
Como não sei escrever em prosa, tento a poesia, não querendo dizer que saiba fazê-lo, mas sou bastante sintética e fica melhor, quanto a mim.
É com grande orgulho que participo no livro e me junto a tantos de vós que não conheço.
Tenho que agradecer ao Eremita o trabalhão que tem tido para me aturar mais as minhas dúvidas...
A vocês que têm sido incansáveis nos preparativos desta nossa publicação, um outro enorme obrigada.
Poderei dizer que estou feliz.»
Paula Raposo
domingo, 26 de outubro de 2008
um poético canteiro de palavras, ou de como a Jawaa falou do nosso livro
De todas as flores, da orquídea à urze. E o que nelas mais me seduz é a cor, sobretudo. As cores, a textura, o brilho, o bordado delas. Como elas afrontam o sol, como elas se entregam. Como elas se escondem, se protegem dele, algumas enrolando as pétalas na hora de maior calor, outras fechando-as pela noite, dando os bons dias logo ao primeiro sorrir do senhor da luz.
Minha mãe passava horas do seu dia plantando, regando, cortando, limpando as folhas. Tinha dedo verde, tudo o que plantava, pegava, crescia, floria. Aliás, gozava duma intimidade com as flores que ia além da razão. Comigo nunca funcionou: sempre que pretendi ler delas uma mensagem, não anunciaram o que interpretei, e assim desisti. Também não gosto de mexer na terra, senti-la secar nos dedos; incomoda-me, tal como a farinha, é uma sensação desagradável.
Mas a magia das flores permanece e surge em flashes no meu pensamento agora.
Os cosmos em volta da casa nova, antes das novas construções. Os canteiros de gipsofila do quintal, das gerberas, as selhas dos craveiros, as buganvílias ao longo do ferro forjado no muro. A exposição anual de dálias na minha cidade. A época das «bonecas», recolhidas na caça às perdizes, flores cor de terra, de corola em bola redonda constituída por pétalas longas e compridas como cabelos. A profusão de plantas na varanda larga da fazenda, as sardinheiras, a trepadeira de «gaitinhas» que o Rui Pestana me fez reencontrar. A minha primeira chegada à Ilha da Madeira – nos Idos sessenta – o esplendor das coroas olhando-nos em cada recanto da estrada no meio do verde, as estrelícias como pássaros em voo quieto no alto da Ilha. E as rosas do jardim, lá e aqui.
As palavras também são flores.
Flores que sempre admirei e que agora, com mais tempo, também vou semeando, nem sempre sozinha. E os jardins se fazem com elas, plantas verdes, árvores, flores mais singelas, pedras e água correndo. Assim, plantando o que temos – 12 sementes apenas – cresceu no Eremitério o nosso primeiro jardim. E porque cresceu bonito, vamos apresentá-lo a todos, vaidosos que estamos, no próximo dia 22 de Novembro às 16:00 horas, no Palacete Balsemão, à Praça Carlos Alberto, no Porto.»
Jawaa
O Jorge Castro deixou este comentário

sexta-feira, 24 de outubro de 2008
o Livro "22 Olhares sobre 12 Palavras"

Os textos, em prosa e em verso, diversos pelo imaginário de 22 blogers e também, ao que parece, os autores conduzidos pelas palavras a novos e vários caminhos.
Todos os Jogos das 12 palavras - está em curso o 7º - podem ser lidos no Eremitério
da autoria da co-autora Raquel Vasconcelos - desenhadora gráfica free-lancer.
- Porto: 22 de Novembro 2008, 16H00, Palacete Viscondes de Balsemão;
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- Lisboa: 05 de Dezembro de 2008, 19H30, Livraria Barata
O desafiador e obreiro incansável, Eremita que, na nota introdutória, explica a génese e estrutura do livro:
«(...)A ideia do Jogo surgiu-me ao responder a um daqueles “jogos de informação e conhecimento” que circulam pela Internet. Algo como: defina-se em 12 palavras. Enquanto respondia pensei: “eis um bom número de palavras para desafiar à escrita de pequenos textos”. (..)Torna-se viciante desafiar os nossos limites. Ver como as mesmas 12 palavras nos conduzem por tão diversos e ricos caminhos – na forma e no conteúdo.(...)»
Apresentação a cargo de Jorge Castro
( o nosso amigo ORCA).
Blogger, escritor e animador cultural entre muitas outras coisas que faz.
A princípio o exercício é inocente. Juntam-se umas quantas palavras, saídas do acaso da imaginação, oferecem-se, q.b. para que com elas alguém construa frases e assim haja um livro. Eis a receita.O método é simples. Na mecânica estatística o universo é semelhante, porque através dela se estuda o movimento aparentemente errático das partículas em suspensão num líquido. A sedimentação estabiliza-se apesar de, como disse Albert Einstein, Deus não jogar aos dados e o imprevisto ter o seu lugar nas coisas deste mundo.Que pode suceder em tal situação em que, tomadas as palavras, se passa tudo pela refinadora? A resposta gera perplexidade. Mas o que é a escrita se não esse espantar-se o homem pelo que descobre em si em escavação pelas galerias da alma, surpreendendo, entre a escória do prosaico, a pedra oculta da poética?(...)»
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Deixo-vos com a que introduz o livro:
“Que palavras vos darei, entre tantas que amo, que me fascinam, que entrego, troco ou que me aborrecem? Qual delas poderá fazer-me aceitar o amável convite (…) para colaborar num “dicionário de palavras pessoais”, conquanto modestamente considere que palavra alguma, pessoal ou singularmente, me pertença. (…) opto por termo vasto e misterioso: silêncio.
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OS 22 OLHARES
Notas biobibliográficas das e dos autores
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[ANA PESSOA]
Ana Rita Pessoa, nasce em 1993, no Porto, mas vive em Braga há 7 anos. Estuda no 10.º ano, na Escola D. Maria II, em Braga. Adora escrever, de preferência em inglês, e é apaixonada por WebDesign. Nesta altura não faz a mais pequena ideia do que quer seguir no futuro, mas participar neste projecto constituiu um desafio a não perder.
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Maria Benedita Baptista nasceu em 1941 na Vila do Bispo (Algarve).
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[BICHODECONTA]
Elvira Besuga, nada e criada no Alentejo de onde saiu aos 25 anos vive em Alhandra desde então. Terceira na escala descendente, de sete irmãos. Filha de camponeses cedo aprendeu os trabalhos do campo e da casa. Gosta de pintar, escrever e do mar… Está profundamente preocupada com o futuro...Com o seu, de desempregada, e com o do país.
[ELI RODRIGUES] (na 1.ª pessoa)
Tive sempre um gosto especial pela escrita. Na vida, lutar foi a constante, que me levou a viajar em busca de mais e mais... Nasci em mil novecentos e oitenta e um, na zona de Lafões. O local mais longínquo que conheci e onde morei: Açores. Construí pontes por onde passei e permaneci. Dizem que estou sempre disposta a ajudar os outros com palavras e acções, que sou uma força da Natureza, um exemplo, conselheira, impulsiva, reservada, descomplexada, livre, dedicada e de gargalhada solta. Sou uma apaixonada pelas palavras e pelos pequenos prazeres da vida, alguém que divaga com um sorriso. As minhas vivências encontram-se envoltas num delicioso mistério… Sou uma guardadora de segredos. Referem que, em jeito de história de faz 211 de conta, traço em contos várias facetas, como se de personagens distintas… O que dá sabor à minha vida é o que sinto. Assim, o que mantenho de mais especial, é o amor com pessoas fantásticas. A minha inspiração provém do que sinto. Vivo com alma e sou eu mesma em tudo o que faço. Não lamento nem choro o passado. Valorizo-o. Gosto da surpresa que o futuro supõe. Vivo o presente. Desejo prosseguir num longo e intenso percurso sentindo mais a cada momento, pois cada pegada é uma marca única na caminhada que é a minha e nunca será apagada.
Blogue:
[EREMIT@]
Eugénio M. dos S. Noronha M. Nasceu em Lisboa em 1942, Novembro. Reformado. Eremita por opção de “procura”. Agricultor por amor à terra e por sobrevivência. Aventureiro nas andanças da blogosfera.
Blogue:
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[FA MENOR]
Maria de Fátima Ramos, nasceu em Coimbra em1960 onde reside.
Blogues:
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Isabel Mendes Ferreira, nasceu a 27 de Junho de l954. Pintora e escritora.
Tem publicados os seguintes livros: “A mais loura de Lisboa”; “A Pele”; “Canto chão”; “Imagens”; “Ponto Final”; “Um Corpo (sub) Exposto”; “Vermelho Doce”.
Blogues:
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JAWAA
Nascida em Maio de 42, aposentada.
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Justine
Blogue:
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Mac
Margarida Alexandra Ceia Martins, nascida a 08/02/1974. Natural do Bombarral, reside em Matosinhos.
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Mcorreia
Nascida em Lagos em 1948, é professora de Física e Química nessa cidade há tantos anos que a aposentação está à porta o que não a perturba, apesar da dedicação que sempre teve na profissão, pois a escrita é, desde há uns anos, a paixão que lhe leva horas de sono. Alimenta com pequenos contos, mais dimensões da alma, um blogue de nome
Blogue:
No blogue TRISTEABSURDA publica os poemas que entretanto surgem.
Participou, em co-autoria em vários livros colectivos de poesia.
O Jogo das 12 Palavras que o Eremita propôs foi mais um incentivo para brincadeiras em torno da palavra.
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Mj/Skuba
Signo Escorpião. Reformada à força trabalha meio-dia. Amante da natureza, do calor, do mar, da boa comida e bebida à mistura com uma boa cavaqueira. . . da cumplicidade. . . Gosta de ler, ouvir música, dançar, viajar, fotografar. É tímida/extrovertida, triste/alegre, amiga incondicional, (ainda) confiante no ser humano, teimosa, perseverante, lutadora, humilde, gosta de desafios. Uma eterna apaixonada…Desejosa de ser avó… Adora VIVER!
Blogue:
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Maria Taveira Streibhardt
nasceu na cidade do Porto em Maio de 1966.
Tradutora/InterpreteDesde 2002 a residir em Münster (Westfália – Alemanha).
O blogue "A Casa da Micas", tal como o nome indica surgiu não apenas com o objectivo de dar a conhecer um pouco da beleza, do património e da vida socio-cultural alemã mas principalmente para não perder os laços com a sua própria língua.
"Blogue
como o nome indica surgiu não apenas com o objectivo de dar a conhecer um pouco da beleza, do património e da vida socio-cultural alemã mas principalmente para não perder os laços com a sua própria língua/cultura.
Maria Teresa M. Nobre Soares Monteiro
nasce em Caldas da Rainha no ano de 1954. Passa a infância, adolescência e juventude entre as Caldas, Lisboa, Moçambique e África do Sul. Deste seu saltitar entre gentes aprende a observar, e mais do que isso a conviver, entre diferentes culturas. É professora de inglês do Ensino Básico, carreira que desempenha há já 32 anos. Vive actualmente em Chaves.
Miruii
Maria Queve, escriba, Angola na mente. Sem residência fixa.
Blogue
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Paula Raposo
uma mulher como as outras.
"Incoerências". 2001 (uma prosa sobre a vida)"Canela e erva doce”. 2006 – 1.º livro de poesia ".Participou nos colectivos:'Poesia nos blogues'- 2006'I Antologia de Poetas Lusófonos' - 2007 Blogues:
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Raquel Vasconcelos
Desenhadora gráfica por natureza. Nasce exactamente um ano antes de o homem dizer que a lua que tinha sob os pés não era um sonho por cumprir. Lisboeta, vive a maior parte da sua vida na capital. Uma breve passagem por Luanda, e o mar e a areia quentes juntam-se-lhe às memórias de infância. Depois Sintra, plena de fantasia, transforma-se na sua enorme paixão E a esta acrescenta a escrita.
Como cronista, escreveu para jornais regionais: Voz das Beiras, de Viseu; Progresso de Gondomar - até encerrar.
E para sites de informática: O “iClub”; e actualmente para o Macnotícias
Blogue
onde a leitura das crónicas e outros textos são de fácil pesquisa: Parágrafos Inacabados,
Livros colectivos:“A POESIA NOS BLOGS, Encontro na Quinta da Ribeirinha, Póvoa de Santarém.” , Editora Apenas Livros“ESCREVER É UM LUGAR TÃO PERTO” volume III e IV. Editora Apenas Livros;“NAS ÁGUAS DO VERSO” - antologia. Editora Edições Ecopy
Blogues pessoais:
A Páginas Tantas...Avoid Ch(k)aosLe Secret des Papillons - www.blogger.com/profile/1263561–
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na realidade sou uma alienígena. Vim de outro universo. O marinho, para aprender o que é ser humano.
Meu nome humano é M. Amélia Barata da Cunha, resido na cidade de Coimbra e a minha idade, aqui e agora, é de 38 anos. Escrevo no jogo porque é um desafio e permite uma vasta interacção muito enriquecedora e escrevo num
blogue
Barata Tonta (foi assim que me senti nos primeiros meses aqui )
Sónia Pessoa
Sónia Pessoa Gouveia, 38 anos, portuguesa. Trabalhou 12 anos no Jornal Público, no Porto, onde nasceu, cresceu e se formou em Comunicação Social.
Blogue:
surgiu para divulgar as histórias que até então escrevera.
TMara
Livros de poesia:“As Tarefas Transparentes”“O Luar da Espera”“Falar Mulher”(os 3, Edição Sol XXI)
Participou em vários colectivos: : Anuário da ASSÍRIO E ALVIM; 35 TEXTOS PARA PAULO CID; POESIA NOS BLOGUES; Antologia DezSete, Antologia de Natal (os dois últimos pela Edium Editores).
Escreveu em jornais e revistas culturais.
“Alimenta” alguns blogues.
P.exº:Estranhos Dias e Corpo de Delito onde podem encontrar os links para os seus restantes blogs
Vida de vidro
Alice Duarte, nasceu em Alenquer, licenciou-se em engenharia química e trabalhou sempre na Administração Pública. Iniciou-se nos blogues em 2004, em "Mulher dos 50 aos 60" e manteve posteriormente os
blogues
Para além da escrita, tem como hobby a fotografia.
Livros: participou em duas obras colectivas: "Poesia nos blogs" e "Escrever é um lugar tão perto", ambos da editora Apenas Livros.
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Zé Viajante
José Manuel Matias nasceu no Alentejo um ano depois de acabada a Segunda Grande Guerra. Cedo o levaram para Sintra onde sempre viveu (com um pequeno intervalo na Linha do Estoril). Aluno normal, não acabou os estudos regulares pois cedo se viu a trabalhar. O que sabe, o que pensa, é fruto da sua vontade de conhecer. O mundo, as pessoas. E com a ajuda de Deus tem conseguido (quantas vezes a muito custo) navegar pela Vida. O seu espaço virtual é um enorme Transatlântico:
e espreita por Outra(s) Janela(s)
”Venham mais cinco”aberto aos amigos e aos amigos dos amigos